Modalidade aproxima o agro de recursos provenientes do mercado de capitais, bem como desponta como nova opção de investimentos para pessoas físicas

*Por Conteúdo Creditares

A B3 passa a aceitar a partir desta segunda-feira (2) pedidos de listagem dos Fundos de Investimento nas Cadeias Produtivas Agroindustriais (Fiagro). Serão consideradas para essa listagem as categorias de Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (Fiagro-FIDC), Fundo de Investimento Imobiliário (Fiagro-FII) e Fundo de Investimento em Participações (Fiagro-FIP), em linha com a regulamentação editada pela CVM.

Com essa iniciativa, a Bolsa declara que amplia ainda mais sua oferta de produtos voltados ao agronegócio e oferece novas possibilidades de diversificação ao investidor, facilitando a sua exposição à agroindústria, setor tão relevante para a economia brasileira.

Além de poder contar com uma gestão profissionalizada dos fundos, a exemplo do que acontece no mercado imobiliário, o investidor também terá benefícios fiscais como isenção de IR para Pessoa Física, o que pode contribuir para a atração de investimentos para o agronegócio e, consequentemente, trazer desenvolvimento para o setor produtivo e para o país.

A agenda do crédito rural está mudando. Quer saber das novas oportunidades de financiamento agrícola? Fale com o time de especialistas da Creditares e tenha acesso a novas fontes de recursos, tornando o seu negócio agro elegível para este novo mercado.

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Potencial de mercado dos fundos de investimentos que investem em ativos ligados ao agronegócio é bastante relevante

Crédito rural

“O potencial de mercado dos fundos de investimentos que investem em ativos ligados ao agronegócio é bastante relevante: não apenas pelo dinamismo do setor, como também pela possibilidade de maior diversificação para os investidores finais em um contexto de crescente relevância do agronegócio no País”, destaca Fabiana Perobelli, superintendente de Relacionamento com Clientes Brasil da B3.

Listagem do Fiagro – Para que sejam admitidos à negociação na B3, os fundos de investimento devem ser constituídos sob a forma de condomínio fechado. As cotas serão negociadas no PUMA Trading System, as operações liquidadas em D+2 e a B3 atuará como contraparte central.

“O mercado privado tem disponível novas fontes, com taxas competitivas, prazos maiores, condições diferenciadas, sem destinação específica, onde o produtor pode utilizar o recurso captado seja para custeio ou investimento”, diz o CEO da CREDITARES, José Octávio Corral. “Na CREDITARES, por exemplo, temos mais de dez bancos, fundos de investimentos e agrofintechs, que mostram o dinamismo deste novo mercado de crédito rural.”

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